«OS HERÓIS QUE NÃO SABIAM VOAR» VENCE PRÉMIO IMPRENSA NACIONAL DE LITERATURA

A obra «Os heróis que não sabiam voar», de Honório Quimbuari, é a grande vencedora da 2.ª Edição do Prémio Imprensa Nacional de Literatura, anunciada a 14 de Setembro de 2020, nas instalações da Imprensa Nacional-E.P.

 

No anúncio da vencedora, o Presidente do Júri, Prof. Doutor Manuel Muanza, referiu que a obra mereceu a unanimidade da sua equipa, recomendando a observância dos pontos 1 e 2 do artigo 10.º do regulamento para o seu enriquecimento técnico e estrutural. O académico reconheceu haver na presente edição melhorias substanciais na qualidade das obras em concurso, tendo encorajado o constante aprumo técnico e estético nas próximas edições.

 

O evento foi brindado com as presenças do Presidente do Conselho de Administração, Dr. Lando Sebastião Teta, que fez a abertura do certame e evocou o compromisso da regularidade do Prémio, dos Administradores Executivo, Eng.º Leonel Magalhães, e Não Executiva, Rodeth Gil, bem como de alguns responsáveis da empresa e de jornalistas. De salientar as ausências, por imperativos pessoais, dos membros do Júri, Joaquim Martinho e David Capelenguela.

 

A pompa e a circunstância que se previa nessa data comemorativa do aniversário da empresa promotora e do consequente anúncio da vencedora do seu prémio foram manchadas em decorrência das medidas de excepção atinentes à Pandemia da COVID-19, mas com o uso da Plataforma Zoom e recurso à videoconferência conseguiu-se atenuar os danos e dar à actividade o cariz merecido.

 

Numa musicalidade singular, profunda e digna de registo, Ebenezer Lucamba, Directora de Auditoria da IN, interpretou com mestria a canção «Africa is Where My Heart Lies», de Miriam Makeba, deixando os presentes emocionados e vibrantes.

 

Hermenegildo Seca, Director de Edição e Arquivo, fez uma abordagem concisa sobre os meandros do prémio, fazendo votos de que a 3.ª Edição tenha mais candidatos do que os 70 da presente edição.

Inalda Leitão, Paginadora da DEA, recitou e caracterizou com aprumo o poema «Imprensa Nacional», de autoria de Hermenegildo Seca.

 

O autor vencedor, visivelmente emocionado, afirmou que escreveu a obra em três meses, no período da Pandemia da COVID-19, justificando algumas gralhas na sua obra, dando, em forma explícita, vazão às recomendações do Corpo de Jurados, mormente da necessidade de correcção da obra. Para esse quesito, o Dr. Seca interveio e situou-o da recomendação do artigo 10.º do regulamento, bem como de outros acertos adicionais.

 

De recordar que essa singela actividade teve como Mestre-de-Cerimónias Juelma Torres, Coordenadora de Edição e Publicação da IN.

 

Por: António Mateus

Uma Referência na Indústria Gráfica Nacional